Is prejudice necessarily wrong? The dictionary definition is "Preconceived opinion that is not based on reason or actual experience". Or, preconceived opinion, period, such as prejudice against big government. The fact that matters is that it is preconceived. Not what it is or is not based on. Experience generally leads to prejudice. A person that is progressively exposed to similar situations that produce similar results tends to adopt the opinion that there is a cause-effect relationship between that situation and its results.
Brasil-Um País Mais ou Menos
Saturday, June 10, 2023
Saturday, March 20, 2021
Anexos seu mundo caiu?
GUSTAVO PATU
DE BRASÍLIA
A despeito da escalada de relatos de superfaturamento e propinas , a maioria dos brasileiros considera que a Petrobras deve permanecer sob o comando do governo federal.
Pesquisa feita pelo Datafolha dá números mais precisos e atuais a essa preferência, conhecida no mundo político: 61% dos entrevistados no país disseram ser contra a privatização da empresa.
Apenas 24% defenderam a venda do controle da companhia, que vive a maior crise desde sua criação, em 1953. Outros 5% se disseram indiferentes, e 10% não souberam responder. Foi a primeira vez que o instituto perguntou sobre o tema.
O levantamento –o mesmo que captou a reprovação recorde à presidente Dilma Rousseff– ouviu 2.842 eleitores nos dois dias seguintes às manifestações de domingo (15) contra o governo.
Os dados mostram que a venda da petroleira é rejeitada em todas as faixas de renda, de idade e escolaridade, em todas as regiões do país e independentemente de inclinação partidária.
A rejeição chega a 67% entre os que declaram preferência pelo PT –em suas campanhas eleitorais, o partido ataca supostas intenções privatistas de seus rivais do PSDB.
Entre os simpatizantes dos tucanos, são 56% contrários e 35% favoráveis.
MODELO EM CRISE
Os resultados ajudam a entender por que a privatização da maior empresa nacional em patrimônio está fora da pauta política do país. Mas o embate ideológico em torno da estatal persiste.
A crise da companhia –que, além dos escândalos de corrupção, inclui a disparada do endividamento e a derrocada do seu valor de mercado– pôs em xeque o modelo estatista e nacionalista em vigor no setor petrolífero.
Independentemente da opinião pública e da orientação oficial, a Petrobras está hoje longe de dispor dos recursos necessários para arcar com as obrigações associadas à exploração da gigantesca reserva do pré-sal.
Entre os exemplos principais, está a determinação legal de que a estatal seja a única operadora dos campos do pré-sal, com participação mínima de 30% no empreendimento, o que demandará investimentos crescentes.
Há ainda exigências de percentuais mínimos de produtos nacionais nos equipamentos comprados para a operação, o que significa custos mais elevados.
Em contraste com tais ambições, a Petrobras enfrenta dificuldades para fechar as contas, ainda não conseguiu publicar o balanço de 2014 e iniciou um plano de desinvestimentos –venda de negócios e patrimônio no Brasil e no exterior– de US$ 13,7 bilhões.
Defensivamente, governo e PT acusam os críticos da corrupção na Petrobras de pretenderem rever o modelo de partilha, que estabelece a hegemonia da empresa no pré-sal, e a política de conteúdo nacional.
Em resposta à crise, a estatal ganhou uma diretoria de Governança, dedicada a zelar pelo cumprimento de normas internas e das impostas às empresas listadas em Bolsa –embora o governo detenha a maioria das ações com direito à voto, a maior parte do capital da Petrobras é negociada no mercado.
PREFERÊNCIAS PARTIDÁRIAS
São contrários à privatização
61% dos entrevistados
67% dos que declaram preferência pelo PT
56% dos que preferem o PSDB
2842 pessoas foram pesquisadas nos dois primeiros dias após as manifestações do dia 15 de março de 2015.
4/04/2015
às 6:33
DE BRASÍLIA
Pesquisa feita pelo Datafolha dá números mais precisos e atuais a essa preferência, conhecida no mundo político: 61% dos entrevistados no país disseram ser contra a privatização da empresa.
Apenas 24% defenderam a venda do controle da companhia, que vive a maior crise desde sua criação, em 1953. Outros 5% se disseram indiferentes, e 10% não souberam responder. Foi a primeira vez que o instituto perguntou sobre o tema.
O levantamento –o mesmo que captou a reprovação recorde à presidente Dilma Rousseff– ouviu 2.842 eleitores nos dois dias seguintes às manifestações de domingo (15) contra o governo.
Os dados mostram que a venda da petroleira é rejeitada em todas as faixas de renda, de idade e escolaridade, em todas as regiões do país e independentemente de inclinação partidária.
A rejeição chega a 67% entre os que declaram preferência pelo PT –em suas campanhas eleitorais, o partido ataca supostas intenções privatistas de seus rivais do PSDB.
Entre os simpatizantes dos tucanos, são 56% contrários e 35% favoráveis.
MODELO EM CRISE
Os resultados ajudam a entender por que a privatização da maior empresa nacional em patrimônio está fora da pauta política do país. Mas o embate ideológico em torno da estatal persiste.
A crise da companhia –que, além dos escândalos de corrupção, inclui a disparada do endividamento e a derrocada do seu valor de mercado– pôs em xeque o modelo estatista e nacionalista em vigor no setor petrolífero.
Independentemente da opinião pública e da orientação oficial, a Petrobras está hoje longe de dispor dos recursos necessários para arcar com as obrigações associadas à exploração da gigantesca reserva do pré-sal.
Entre os exemplos principais, está a determinação legal de que a estatal seja a única operadora dos campos do pré-sal, com participação mínima de 30% no empreendimento, o que demandará investimentos crescentes.
Há ainda exigências de percentuais mínimos de produtos nacionais nos equipamentos comprados para a operação, o que significa custos mais elevados.
Em contraste com tais ambições, a Petrobras enfrenta dificuldades para fechar as contas, ainda não conseguiu publicar o balanço de 2014 e iniciou um plano de desinvestimentos –venda de negócios e patrimônio no Brasil e no exterior– de US$ 13,7 bilhões.
Defensivamente, governo e PT acusam os críticos da corrupção na Petrobras de pretenderem rever o modelo de partilha, que estabelece a hegemonia da empresa no pré-sal, e a política de conteúdo nacional.
Em resposta à crise, a estatal ganhou uma diretoria de Governança, dedicada a zelar pelo cumprimento de normas internas e das impostas às empresas listadas em Bolsa –embora o governo detenha a maioria das ações com direito à voto, a maior parte do capital da Petrobras é negociada no mercado.
PREFERÊNCIAS PARTIDÁRIAS
São contrários à privatização
61% dos entrevistados
67% dos que declaram preferência pelo PT
56% dos que preferem o PSDB
2842 pessoas foram pesquisadas nos dois primeiros dias após as manifestações do dia 15 de março de 2015.
Minha coluna na Folha: “Paixões escravas”
Leiam trechos:
A Petrobras teve um prejuízo em 2014 de R$ 21,587 bilhões. O espeto da corrupção, segundo os valores admitidos pela empresa –não se trata de contrapropaganda da oposição–, ficou em R$ 6,194 bilhões. Os ativos sofreram uma correção para baixo de R$ 44,345 bilhões. E, ora vejam!, nada disso era necessário; nada disso era parte de uma ordem inexorável, sem a qual não haveria amanhã.
(…)
É evidente que as responsabilidades individuais e partidárias devem ser buscadas e que os envolvidos em tramoias têm de arcar com o peso de suas escolhas. Mas estou mais interessado na criação de um sistema que cerque as margens de erro e de safadeza –para que os desmandos não voltem a ocorrer– do que em cortar cabeças, ainda que eu não vá chorar por aquelas que eventualmente rolarem.
O passado da Petrobras é matéria da Justiça, mas o futuro da empresa é matéria de eficiência.
(…)
O misto de má-fé e de má-consciência do petismo contribuiu, sim, para levar a Petrobras à lona, mas é importante termos claro que os valentes teriam quebrado a empresa ainda que fossem puros como as flores.
(…)
Informa o Datafolha que 61% dos entrevistados são contrários à privatização da Petrobras. Segundo Oscar Wilde, todo homem mata aquilo que ama. É um gesto de terrível altanaria senhorial. O sentimento moralmente escravo faz o contrário: ama aquilo que o mata.
Leia a íntegra aqui
Por Reinaldo Azevedo
A Petrobras teve um prejuízo em 2014 de R$ 21,587 bilhões. O espeto da corrupção, segundo os valores admitidos pela empresa –não se trata de contrapropaganda da oposição–, ficou em R$ 6,194 bilhões. Os ativos sofreram uma correção para baixo de R$ 44,345 bilhões. E, ora vejam!, nada disso era necessário; nada disso era parte de uma ordem inexorável, sem a qual não haveria amanhã.
(…)
É evidente que as responsabilidades individuais e partidárias devem ser buscadas e que os envolvidos em tramoias têm de arcar com o peso de suas escolhas. Mas estou mais interessado na criação de um sistema que cerque as margens de erro e de safadeza –para que os desmandos não voltem a ocorrer– do que em cortar cabeças, ainda que eu não vá chorar por aquelas que eventualmente rolarem.
O passado da Petrobras é matéria da Justiça, mas o futuro da empresa é matéria de eficiência.
(…)
O misto de má-fé e de má-consciência do petismo contribuiu, sim, para levar a Petrobras à lona, mas é importante termos claro que os valentes teriam quebrado a empresa ainda que fossem puros como as flores.
(…)
Informa o Datafolha que 61% dos entrevistados são contrários à privatização da Petrobras. Segundo Oscar Wilde, todo homem mata aquilo que ama. É um gesto de terrível altanaria senhorial. O sentimento moralmente escravo faz o contrário: ama aquilo que o mata.
Leia a íntegra aqui
Permita me associar este blog ao seu artigo de hoje na Folha de São Paulo “Paixões escravas”.
Saturday, March 13, 2021
Thursday, February 25, 2021
Chutando cachorro morto
Bater no comunismo, 40 anos após a queda do muro de Berlim, é chutar cachorro morto.
Friday, August 28, 2020
O viés conservador
O viés conservador é, em economia, essencial. Economia não aceita porraloquice.
A estabilidade precede a tudo. A partir dela pode-se obter a formação de poupança, a atração de investimentos , a produtividade e a distribuição da produtividade. Sem esses elementos não há como alocar de maneira eficáz os recursos escassos entre fins alternativos. Não existe nenhuma evidência histórica de sucesso obtido através de governos paternalistas e assistencialistas. Apesar de que, para muitos, a ficha não caiu, o muro de Berlin caiu e , junto com ele, em efeito dominó, todos os regimes socialistas da terra , exceto Cuba e Coréia do Norte.
A política, sendo o pano de fundo de tudo em uma sociedade democrática, é o grande desafio. Lamentavelmente, não existe receita para melhorar a qualidade da política que não seja a evolução cultural da sociedade. Aí reside o grande paradoxo: isso só é possível com a evolução do nível da política.
Este é o dilema causado pelas grandes populações. O mundo era mais fácil antes da explosão demográfica. É possível que tenhamos perdido o bonde da história.
A incompetência da minha geração, e das imediatamente anteriores, é responsável por isso.
O regime militar é hoje, com toda justiça, criticado pelas agressões aos direitos humanos. Poucas pessoas enxergam
que a visão de um Brasil auto suficiente, o nacionalismo e a perspectiva puramente local dos militares foram os fatores que nos fizeram perder esse bonde. Foi a única ocasião em que o país teve condições políticas de cair no mundo real, pelo bem ou pelo mal, (com certeza, na época, pelo mal), mas jogou por terra aquilo que não se pode negar ter sido uma oportunidade. Nunca ouvi dizer que os formuladores de política econômica, nos 20 anos de regime militar, tivessem procurado se espelhar no que se passava, na época, nos países asiáticos. Nem mesmo no Chile, cujo regime, apesar de ter sido o mais sangrento, foi a mais eficaz, sob o aspecto econômico, dos regimes autoritários da época. Talvés eu esteja fazendo uma injustiça a Octávio Bulhões e Roberto Campos, mas como posso saber se eles nunca reclamaram, ou nunca puderam reclamar publicamente.
Não se pode negar que o regime militar teve méritos no aspecto econômico . Quem viveu a ultima metade do século XX certamente saberá reconhecer que a modernização do agronegócio, promovida por Alysson Paulinelli e o plano real, apoiado por FHC, são hoje pilares de sustentação da economia do país.
Me recuso a creditar Lula por qualquer mérito exceto o de não ter destruído a estabilidade que herdou do governo anterior. Isso ficou na conta de Dilma. Me recuso premptoriamente a aceitar a adoção do fisiologismo e da gastança que ele hoje defende como tendo sido essenciais para obter ganhos sociais questionáveis, hoje diluídos ou totalmente desaparecidos no caos econômico e político em que Dilma jogou o país .Também me recuso a reconhecer FHC como estadista, apesar do plano real e das privatizações. Eleito no primeiro turno por duas vezes consecutivas, não teve a grandeza necessária para enfrentar o congresso e fazer as reformas que o país até hoje necessita. Não foi totalmente um fraco, como Itamar Franco ou José Sarney, mas não teve a contundência para exercer o poder conforme princípios que caracterizam os grandes estadistas. Como Tancredo Neves, FHC procurou mais defender o seu que as suas convicções. Além disso, embarcou na prática de trocar cargos por apôio político. Nem por essas falhas, entretanto, FHC deixou de ser o menos pior entre os presidentes dos anos pós democratização do país. Vamos esperar agora pelo Bolsonaro, fazendo votos para que seu estilo paspalhão não atrapalhe muito.
Wednesday, July 22, 2020
Ethics and rationality
Friday, June 05, 2020
IMF, The Myth
- Balanced budget
- Level of maintenance and investment in infrastructure
- Size of government
- Rate of inflation
- Economic growth
- Debt level
- Tax burden
- Free trade indicators
- standards of productivity and competitiveness
- Respect for contracts
- Respect for patents