Os coitadistas primeiro atiçam a hipersensibilidade dos
coitados para que estes se sintam
ofendidos por qualquer coisa. Depois saem por aí classificando como racistas e xenófobos os que se manifestam
contra o coitadismo ou que usam palavras “inadequadas”.
É claro que existem o racismo e a xenofobia que precisam ser
tratados com o rigor da lei e das regras de convivência civilizada entre as
pessoas. É claro também que existem outras manifestações do politicamente
correto, mas essas são as mais graves.
Este post trata
apenas de racismo e xenofobia atribuídos aos que pensam diferente por aqueles
que julgam ser donos da verdade. Ser contra cotas raciais ou ser contra a
leniência com imigrantes que, além de ilegais, transgredem e contestam a
própria legitimidade das leis do país, são posturas não só válidas como
amplamente defensáveis.
Acusações de Xenofobia são menos comuns no Brasil que na
Europa e nos EUA, pois os muçulmanos ainda não demonstraram grande interesse em
migrar para cá. Eles sempre buscam países onde poderão se pendurar em um
sistema de seguridade social rico e generoso, que nós não temos.
Taí. Quem disse que a incompetência não serve para nada? A
nossa já garantiu que o movimento político-religioso islâmico só visará o
Brasil depois que sua formidável força de ocupação houver atingido seus
objetivos, primeiro na Europa e depois
nos EUA. Nossa incompetência nos livrou
da “Lei Sharia” por algumas
décadas.
É interessante notar que muitos brasileiros de origem árabe têm pavor da “Lei Sharia”.
Eles e seus antepassados conheceram de muito perto os fundamentos do islamismo
e sua visão de hegemonia religiosa e política, que para os muçulmanos são uma
coisa só. Quem sabe muito acaba virando
gato escaldado, não é assim?
O politicamente correto além de muito chato e é uma forma de hipocrisia que
dificulta a formulação correta dos problemas.
É chato porque é chato.
É hipócrita porque intimida as pessoas a não externar o que realmente pensam.
Dificulta a definição dos problemas porque, ao
inibir o uso da terminologia adequada, distorce a realidade. Por exemplo, chamar controle de natalidade de
planejamento familiar foca o problema nas famílias constituídas e releva as
milhares de jovens que se tornam mães solteiras, principalmente nas classes de
baixa renda. Essas são, aliás, as
mulheres que têm menos acesso a métodos contraceptivos. É um caso típico de
junção da hipocrisia com a ignorância.
O exemplo mais marcante
de como um diagnóstico errado pode causar danos de proporções
catastróficas é a persistente recusa de Barack Obama, contra todas as
evidências, de usar o termo “terrorismo islâmico” ou mesmo “terrorismo radical
islâmico”. Perguntado porque, respondeu, de forma hesitante, que ( confira no vídeo
http://edition.cnn.com/videos/politics/2016/09/29/president-obama-town-hall-radical-islam-sot.cnn) " 1º. Não quer associar a religião
Islâmica ao terrorismo e 2º. Não quer validar as afirmações dos
terroristas que estão agindo em nome do Islam". Imaginem a saia justa que
o presidente colocou os órgãos de
segurança do país.
Me pareceu descomunal
a inconsequência desse presidente, que também não teve escrúpulos para minimizar os riscos de
terrorismo islâmico, ao afirmar que
99,99% dos muçulmanos são pacíficos. Ele, é claro, não informou sua fonte de
dados nem fez as contas para chegar à conclusão que, mesmo dentro de suas
estatísticas minimalistas, existem 160 mil
homens, mulheres e crianças bomba em potencial pelo mundo afora.
O que a postura de Obama
tem a ver com o título (à moda brasileira)? É que com com essa Obama deu
tres demonstrações de brasilidade: em
termos de sinceridade baixou ao nível de Dilma e Mantega; em termos de cara de
pau, subiu ao nível de Renan e Cunha e em termos de ficar em cima do muro,
permaneceu, como sempre, no nível de Aécio.
Para terminar, uma sugestão: esses baluartes das minorias
poderiam fazer um grande bem ao país,
cobrando a extinção dos feriados
religiosos que são um atentado contra a produtividade e um privilégio que só os católicos têm. Upa, tem um problema
nisso. As bancadas da fé seriam bem
capazes de pegar a dica e, ao invés de extinguir, criar um novo feriado para
cada seita minoritária
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