Thursday, December 15, 2016

Politicamente correto à moda brasileira - Xenofobia e racismo

A patrulha do politicamente correto é uma das facetas do coitadismo com que hoje são                       tratadas as  minorias. Não é só aqui. Lá fora também.
Os coitadistas primeiro atiçam a hipersensibilidade dos coitados para que estes  se sintam ofendidos por qualquer coisa. Depois saem por aí  classificando como  racistas e xenófobos os que se manifestam contra o coitadismo ou que usam palavras “inadequadas”.

É claro que existem o racismo e a xenofobia que precisam ser tratados com o rigor da lei e das regras de convivência civilizada entre as pessoas. É claro também que existem outras manifestações do politicamente correto, mas essas são as mais graves.
Este post  trata apenas de racismo e xenofobia atribuídos aos que pensam diferente por aqueles que julgam ser donos da verdade. Ser contra cotas raciais ou ser contra a leniência com imigrantes que, além de ilegais, transgredem e contestam a própria legitimidade das leis do país, são posturas não só válidas como amplamente defensáveis.

Acusações de Xenofobia são menos comuns no Brasil que na Europa e nos EUA, pois os muçulmanos ainda não demonstraram grande interesse em migrar para cá. Eles sempre buscam países onde poderão se pendurar em um sistema de seguridade social rico e generoso, que nós não temos.

Taí. Quem disse que a incompetência não serve para nada? A nossa já garantiu que o movimento político-religioso islâmico só visará o Brasil depois que sua formidável força de ocupação houver atingido seus objetivos, primeiro  na Europa e depois nos EUA. Nossa incompetência nos livrou  da “Lei  Sharia” por algumas décadas. 

É interessante notar que muitos brasileiros de origem árabe têm pavor da “Lei Sharia”. Eles e seus antepassados conheceram de muito perto os fundamentos do islamismo e sua visão de hegemonia religiosa e política, que para os muçulmanos são uma coisa só. Quem sabe muito  acaba virando gato escaldado, não é assim?

O politicamente correto além de  muito chato e é uma forma de hipocrisia que dificulta a formulação correta dos problemas. 
É chato porque é chato.
É hipócrita porque intimida as pessoas a não externar  o que realmente pensam. 
Dificulta a definição dos problemas porque,  ao  inibir  o uso da  terminologia adequada, distorce a realidade.  Por exemplo, chamar controle de natalidade de planejamento familiar foca o problema nas famílias constituídas e releva as milhares de jovens que se tornam mães solteiras, principalmente nas classes de baixa renda. Essas são, aliás,  as mulheres que têm menos acesso a métodos contraceptivos. É um caso típico de junção da hipocrisia com a ignorância. 
O exemplo mais marcante  de como um diagnóstico errado pode causar danos de proporções catastróficas é a persistente recusa de Barack Obama, contra todas as evidências, de usar o termo “terrorismo islâmico” ou mesmo “terrorismo radical islâmico”. Perguntado porque, respondeu, de forma hesitante, que ( confira  no vídeo  http://edition.cnn.com/videos/politics/2016/09/29/president-obama-town-hall-radical-islam-sot.cnn)  " 1º.  Não quer associar a religião  Islâmica ao terrorismo e  2º.  Não quer validar as afirmações dos terroristas que estão agindo em nome do Islam". Imaginem a saia justa que o presidente  colocou os órgãos de segurança  do país.
Me pareceu  descomunal a inconsequência desse presidente, que também não teve  escrúpulos para minimizar os riscos de terrorismo  islâmico, ao afirmar que 99,99% dos muçulmanos são pacíficos. Ele, é claro, não informou sua fonte de dados nem fez as contas para chegar à conclusão que, mesmo dentro de suas estatísticas minimalistas, existem 160 mil  homens, mulheres e crianças bomba em potencial pelo mundo afora.
O que a postura de Obama  tem a ver com o título (à moda brasileira)? É que com com essa Obama deu tres demonstrações de  brasilidade: em termos de sinceridade baixou ao nível de Dilma e Mantega; em termos de cara de pau, subiu ao nível de Renan e Cunha e em termos de ficar em cima do muro, permaneceu, como sempre, no nível de Aécio.
Para terminar, uma sugestão: esses baluartes das minorias poderiam fazer um grande bem ao país,  cobrando  a extinção dos feriados religiosos que são um atentado contra a produtividade e um privilégio  que só os católicos têm.                      Upa, tem um problema nisso. As bancadas da fé  seriam bem capazes de pegar a dica e, ao invés de extinguir, criar um novo feriado para cada seita  minoritária

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