Thursday, November 21, 2019

definitivo -


  1. Exoterismo econômico - ou Porque, mesmo usando uma pulseira de olho grego, Dilma  afundou junto com sua 'Nova Matrix Econômica"
  2. Motivos históricos e geopolíticos do nosso subdesenvolvimento
  3. Características e atitudes dominantes na cultura dos brasileiros

Neste capítulo, pretendemos deixar de lado as considerações sobre as instituições e os políticos e focar no comportamento das pessoas que compõem o que chamamos de sociedade. 
A primeira e mais terrível constatação sobre características e atitudes dominantes na nossa cultura  é que brasileiro gosta de governo. Precisa dizer mais?

Tudo que propusemos no capítulo anterior equivale a dizer que a principal carga das caravelas de Cabral, e a que mais contribuiu para a formação do Brasil, foi o DNA ibérico, que os tripulantes desembarcaram diretamente nas vergonhas das índias.

A esse DNA somou a indolência das graciosas nativas e dos escravos vindos da Africa


As características e atitudes dominantes na cultura dos brasileiros não favorecem a produtividade nem a distribuição da produtividade nem o crescimento econômico nem o equilíbrio fiscal. As chamadas elites de intelectuais, jornalistas engajados, artistas e celebridades em geral que compõem o mais atuante grupo formador de opinião no país,quase sempre,  apoiam o comportamento de sindicatos, movimentos sociais, militantes partidários, conselhos de profissionais liberais, e manifestações diversas que conformam com posições políticas paternalistas e assistencialistas e comportamentos românticos e politicamente corretos dos diversos segmentos da sociedade. Tudo isso, se for visto sob a ótica do que influencia as decisões do executivo e do legislativo, e mais recentemente até do judiciário, favorece as decisões que criam direitos, leniências e mecanismos de proteção contra eventuais rigores da Lei e desfavorece as decisões que impõem obrigações e responsabilidades sociais aos cidadão,  mantêm a ordem pública, garantem o direito de propriedade, facilitam a realização de negócios, etc.
O resultado é que estamos na rabeira de quase  todos os indicadores econômicos e sociais regularmente publicados por organismos internacionais como o Banco Mundial, a OECD e a ONU. Començando pelos indicadores de produtividade, que para quem conhece economia e seus reflexos sociais, é o principal indicador dos resultados de um país. O Brasil no ano de          ocupou a      posição no ranking mundial. Os indicadores da renda per capita e da distribuição de renda são consequência direta da produtividade, sendo que a distribuição de renda reflete (ou deveria refletir) a distribuição da produtividade, seja entre as pessoas ou as regiões. 


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